As mensagens que tenho recebido são lições de Amor e Humildade recebidas com respeito e fé como é ensinado na Doutrina Espirita. São apelos constantes à nossa consciência para que todos os dias façamos o nosso melhor, certos de que colheremos o que hoje plantarmos...
Cada um de nós é responsável pelo rumo da sua própria vida, no entanto, nunca estamos sozinhos, nossos Guias / Anjos da Guarda são queridos Amigos, Companheiros e Irmãos mais velhos a zelar por nós, sem nunca esquecer que o primeiro passo tem de ser o nosso...

Sou grata a Todos os que tocam a minha Vida, com todos aprendo... sejam eles que Quem forem... estejam eles Onde estiverem...
Consciente da minha pequenez, partilho-as convosco...

Este blog é uma produção independente, começou no final de 2014 e inclui também as mensagens recebidas desde 2007 por psicografia e psicodigitação desde Maio 2016 na AELA / Setúbal / Portugal - www.aela.pt / Facebook: AELA - Associação Espirita Luz e Amor.


Conselho Prático

11 de fevereiro de 2017

Testemunho: "Não fiz as pazes..." - 09.02.2017 - ultima mensagem da sessão

Psicodigitação recebida a 09.02.2017 - ultima mensagem da sessão
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Vivi muitos anos isolado num cabine na montanha, sentia-me em paz. Voltei  viver a cidade e senti-me sufocar… o barulho, a poluição, as pessoas… a falsidade que reina entre elas….

Entre os animais e eu, o que existe é respeito! Convivemos, uns mais perto, outros mais de longe… talvez a curiosidade nos levou a aproximar, contudo mantendo sempre algumas distancias… cada um tem o seu espaço, é preciso saber respeitar. Podemos ser todos perigosos uns para os outros… mas se não invadirmos o espaço de cada um, temos paz e boa vizinhança.

É uma coisa que não se consegue entre homens: o respeito pelo espaço de cada um!  Sentindo-se encurralado e espezinhado, o homem reage como um animal feroz, irracional! Louco! Não medindo muitas vezes as consequências das suas acções…

É algo que não suporto, a prepotência do homem sobre os mais fracos – homens ou animais…

Prefiro a solidão da montanha, não faço mal a ninguém, nem sofro mal de ninguém… oiço o cântico das aves, o uivar dos lobos… o estoiro do relâmpago … leio livros…  julguei que era isso a ideia de felicidade máxima que se poderia ter!!...  a solidão na natureza… o silêncio…

Mas no final… sinto apenas que desperdicei a minha vida…

Não fiz as pazes com quem me zanguei,  não ofereci pão a mendigos…
Que fiz eu da minha vida para além de apenas esperar que o tempo passasse…
Só agora entendo… Perdão meu Deus! Fui um louco!  Desperdicei a oportunidade de me refazer!  Tenho tantas dividas para saldar...
Vou com outros loucos idiotas como eu,  nada mais tenho a acrescentar: rezem por nós! Somos uns quantos nesta situação,
Adeus, quem sabe se até um dia
João B.
Do Mundo!