As mensagens que tenho recebido são lições de Amor e Humildade recebidas com respeito e fé como é ensinado na Doutrina Espirita. São apelos constantes à nossa consciência para que todos os dias façamos o nosso melhor, certos de que colheremos o que hoje plantarmos...
Cada um de nós é responsável pelo rumo da sua própria vida, no entanto, nunca estamos sozinhos, nossos Guias / Anjos da Guarda são queridos Amigos, Companheiros e Irmãos mais velhos a zelar por nós, sem nunca esquecer que o primeiro passo tem de ser o nosso...

Sou grata a Todos os que tocam a minha Vida, com todos aprendo... sejam eles que Quem forem... estejam eles Onde estiverem...
Consciente da minha pequenez, partilho-as convosco...

Este blog é uma produção independente, começou no final de 2014 e inclui também as mensagens recebidas desde 2007 por psicografia e psicodigitação desde Maio 2016 na AELA / Setúbal / Portugal - www.aela.pt / Facebook: AELA - Associação Espirita Luz e Amor.


O Espiritismo no dia a dia e o Centro Espirita

O que acontece no Centro Espirita?
O que acontece em uma Reunião Espírita do outro lado?
--> neste link, podemos verificar o ambiente fisico e espiritual que acontece num centro:
https://www.youtube.com/watch?v=tyIGrdni6ck  -- 
     Nos Bastidores Reunião Espirita 



*****************

O QUE É O ESPIRITISMO?

“O espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica.
Como ciência prática, ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os espíritos; como filosofia, compreende todas as consequências morais que dimanam dessas mesmas relações.
Podemos defini-lo assim: O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.”
(in “O que é o Espiritismo”, Allan Kardec, Preâmbulo)


*****************************

Publicado na AELA - Resumo de palestras
http://aela.pt/ciclos-palestras/resumos-das-palestras


Palestra de Novembro 2011 - "O Espiritismo no dia a dia"
mostra uma leve e divertida abordagem à Doutrina Espirita = Espiritismo.

  
A base do tema deste serão foi o que na realidade aconteceu um dia na minha casa durante um almoço de família.   Surgiram várias questões sobre a existência de Deus, sobre o que é o Espiritismo e a forma como se aplica e vive no dia-a-dia.  

Trouxe uma abordagem muito leve da Doutrina Espírita sob a forma de perguntas - respostas, tentando dar as respostas de forma o mais simples possível a pessoas que tinham poucos ou nenhuns conhecimentos da Doutrina.  

A grande conclusão a que se chegou é que um Espírita é uma pessoa igual às outras e que, como qualquer cristão, tenta seguir os ensinamentos de fraternidade de Jesus acreditando sempre que a Vida continua após a "morte". 

Quem quiser, pode ver a apresentação completa nesta ligação, (pode demorar um pouco a abrir):                         Tem um tom bem humorado!  :)) Experimente!
                                      http://db.tt/sHMgrGI


O que é o Espiritismo?
Qual é o objectivo do Espiritismo?
Como se vive o Espiritismo?
Mas o que é a Doutrina Espírita?


*************************

Princesa assume mediunidade

A mediunidade é a capacidade de captar o mundo espiritual, extrafísico.
Pode ser de vários tipos (vidência, audiência, fala, escrita, intuitiva, etc...) e ter vários graus de intensidade, dentro de cada tipo.
É um assunto que foi pesquisado e estudado pela 1ª vez no mundo, por Allan Kardec, que teve o cuidado de elaborar um manual para que, quem tivesse essas características, aprendesse a lidar com elas: "O Livro dos Médiuns".

Esta característica é uma espécie de 6º sentido, que todos temos e, que na maioria das pessoas, está adormecida.
Aqueles que a têm desenvolvida são apelidados de médiuns (as pessoas confundem médiuns com espíritas, mas não são a mesma coisa; o médium é aquele que tem a capacidade de captar o mundo espiritual, é uma capacidade orgânica, pode ser ateu, de uma religião qualquer, agnóstico, espírita, etc; o Espírita é o adepto da ideia espírita, tenha ele mediunidade ou não; obviamente, a Doutrina Espírita utiliza a mediunidade para intercambiar, de uma maneira séria e controlada, com o mundo espiritual).
Hoje em dia, uma grande parte da população está a desabrochar essa capacidade que, é inerente a todo o ser humano.
Quem não sabe lidar com esta situação nova, estranha, sofre, inquieta-se e, de um modo geral acaba numa Associação Espírita a estudar e a aprender a lidar com esta faculdade, após terem deambulado por charlatães, tarólogos, mulheres de virtude, exorcistas, reiki, psiquiatras, etc...
O Prof. Dr. Mário Simões, professor de medicina e de psiquiatria em Lisboa, confessou numa entrevista dada à "Notícias Magazine", no fim da década de 90, que as Associações Espíritas prestavam uma preciosa ajuda à medicina e à psiquiatria, ao auxiliarem as pessoas com mediunidade, pois a medicina actual não o sabe fazer.
Gláucia Lima, médica psiquiatra, cientista, efectuou uma pesquisa científica para a Fundação Bial, Portugal, onde demonstrou que o ser-se médium nada tem a ver com patologias e, que os médiuns pesquisados e investigados (em estado de vigília e em estado de transe - estado modificado de consciência) eram pessoas perfeitamente normais.

A mediunidade é uma característica inerente ao ser humano que,
deve ser estudada numa Associação Espírita,
a fim de poder lidar com ela naturalmente e em segurança.

Nos Evangelhos, Jesus referia esta mesma época actual, em que a mediunidade se generalizaria (os velhos terão visões, os jovens profetizarão, etc...).
Allan Kardec, o eminente sábio francês que compilou a Doutrina dos Espíritos, em meados do século XIX, utilizando o método científico, num dos seus livros, "A Génese", fala das crianças da "nova era" que, viriam com novas faculdades, para auxiliarem a Terra a dar um salto evolutivo, no campo científico mas também e essencialmente no campo moral.
Actualmente são muitos os cientistas que pesquisam as áreas fronteiriças do Espírito, a nível mundial, sendo que a maioria deles nem sequer conhece a Doutrina Espírita. Os seus resultados, até aos dias de hoje, têm comprovado a seriedade e a assertividade dos ensinamentos espíritas.
Marta Luísa, é apenas mais uma pessoa que, na Terra tem mediunidade.
Teve a coragem de o assumir publicamente, pese embora os grande dissabores que sofreu com a sua sinceridade.
Abdicou das suas regalias sociais e foi viver para Inglaterra, com o marido e as suas 3 filhas.
Com uma amiga, montou uma escola para auxiliar as crianças a lidarem com estas características espirituais.
Marta Luísa é princesa, filha mais velha dos reis da Noruega (in Revista Sábado, Portugal, www.sabado.pt, 16 Maio 2015).
Parafraseando o respeitável filósofo e escritor brasileiro José Herculano Pires, espírita, todos nós somos seres "Psi" e um dia esta faculdade hoje considerada extra-sensorial passará a ser tão natural nos humanos como hoje é ouvir, ver ou falar.
********************

O Bom Espírita
O exercício da postura correta e aplicação dos ensinamentos devem ser constantes diárias.
O bom espírita deve sê-lo vinte e quatro horas por dia. Como médiuns – todos o somos – e cristãos, não há outra alternativa ao bom espírita.

Não há outra opção ao cristão da atualidade, pois seus talentos, vocação e faculdades já não mais estão restritos a estipuladas funções em determinados dias no centro espírita. Precisam ser exercidos diuturnamente no lar, no trabalho, no voluntariado, no lazer, nas férias, na praia, na cidade, no retiramento rural...

E mais: a esses obreiros da última hora, e doravante de todas as horas, é solicitada, também, compostura em todos os momentos.

Se, na colocação dos Iluminados, os “Espíritos ordinariamente nos dirigem”, precisamos estar acercados de amigos “compostos” que nos orientem ou dirijam no caminho do bem, visando sermos bons espíritas. Se acercados dos oportunistas, nossos atos serão, consequentemente, descompostos.

As características do bom espírita não fogem em nada às do homem de bem, tampouco às colunas paladinas, sustentáculos da Doutrina Espírita e seus pontos principais:


Temente a Deus: Sem possuir o temor “de” Deus, o obreiro o reconhece como o primeiro e principal baluarte da doutrina. Vê-se justiçado e amado por um Deus soberanamente Justo e Bom.

Família universal: Sem desprezar os laços consanguíneos – ou a família carnal – sente-se, a exemplo do Cristo, à vontade perante todos os públicos, pois os tem como sua família espiritual.

Corpo santuário: Reconhece-se um Espírito que possui um santuário de carne, seu parceiro, interligados esses por um corpo fluídico. E aqui mais um ponto principal da doutrina.

Trabalho construtivo: Não se reconhece nem o melhor nem o pior trabalhador, mas, e tão somente, o trabalhador ajustado ao “seu” patamar evolutivo. Sabe-se um Espírito de potencial genético e, portanto, é o construtor de seus próprios avanços. Não trabalha para ser santo, mas procura sê-lo através do serviço.

Profissão religiosa: Não professa “uma” religião, mas vê em Cristo o religioso que aprendeu a admirar, tanto encarnado como desencarnado e responsável pelo comando da terceira revelação. A moral do Cristo será sempre o seu suporte, como o é da doutrina espírita.

Espírito em evolução: Sabe-se perfectível e como tal possui responsabilidades. De genética divina reconhece que seu destino é a angelitude e se esforça para atingi-la. Jamais esquece as palavras do Mestre em sua despedida da carne: “Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais”(1). Tal promessa encerra o desejo de que nos aprimoremos para poder merecer-lhe o “costado”. É a coluna chamada evolução ou progressão dos espíritos.

Princípios reencarnatórios: Depara-se com tranquilidade perante as expiações, pois se reconhece um produto de si mesmo e vê nas seguidas encarnações um dos mais importantes suportes da doutrina dos Espíritos.

Aprimoramento individual: Fiscal de si próprio, compreende que a promoção do Planeta está atrelada à sua melhora. Compreende, ainda, que “as muitas moradas da Casa de meu Pai”(1) lhe estão reservadas e servirão de estações que povoará no porvir. Ainda aqui, o princípio evolutivo.

Dever cumprido: Por se entender médium diuturnamente, procura se envolver com “bons contatos” para realizar o bom e necessário intercâmbio e serviços no lar, no trabalho, no voluntariado. É o esteio chamado intercomunicação.

Crítico consciente: A caridade lhe irriga o caminho: tolera para ser tolerado; não critica por criticar, mas ao fazê-lo age com equilíbrio observando a máxima do Cristo que voltou e homologou no preceito “fora da caridade não há salvação”, o que já dissera outrora, encarnado, “fazei aos outros o que quiserdes vos façam”. São os ensinos superiores escorando a doutrina e fortalecendo o bom espírita.

Estuda sempre: Não vê o espírita outra saída. Sabendo que não se “formará” tão cedo, obstina-se no saber para que possa, através de sua aplicação, ser o discípulo apto a esclarecer e consolar. A meta de sua doutrina!

Peregrino: Reconhece-se um cidadão espiritual e passando por mais uma experiência reencarnatória financiada pela infinita Justiça e Bondade Divina. Sua passagem por aqui é um grânulo comparado à imensidade que viverá na Pátria Espiritual, a Pátria “normal, primitiva, eterna, preexistente e sobrevivente a tudo”(1). Espírita e Espiritismo sustentados pela coluna “mundo espírita”.


O bom espírita, sem ilusões, sabe que é tão bom quanto o seu estado evolucional lhe permite e se esforça através do estudo, serviço, simplicidade, fraternidade e desapego a ser melhor hoje do que ontem e amanhã melhor do que hoje, já que são muito prósperas as expectativas e propostas da Divindade que lhe foram confidenciadas pelo Mestre Jesus.



- XAVIER, Francisco Cândido. Livro da Esperança. Pelo Espírito Emmanuel. CEC.Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/o-bom-espirita/#ixzz3XNooIk5H